03 setembro 2007

“...está em nossas mãos!!!”



Havia um viúvo que tinha um casal de filhos muito espertos, e que eram muito curiosos sobre tudo. Eles viviam fazendo perguntas. Perguntas, perguntas, perguntas. Apesar do pai das crianças conseguir responder a várias perguntas, para muitas delas ele não encontrava respostas. Por isso, começou a sentir que precisava arranjar alguém que pudesse. Assim, ele decidiu mandar os filhos para viverem com um velho sábio que morava na montanha. E assim foi feito.

Os filhos foram morar com o velho sábio da montanha. E eles continuaram fazendo perguntas. Perguntas, perguntas, perguntas. Mas diferentemente do pai; o velho sábio sempre tinha uma resposta. Ele conseguia responder absolutamente a todas as perguntas que os meninos faziam.

No começo, foi uma festa. Mas com o passar do tempo, os meninos começaram a achar aquilo meio irritante, pois não importava o que eles perguntassem, o velho homem sempre tinha a resposta. Assim, o tempo foi passando e os meninos começaram a achar aquilo super irritante. Aí eles começaram a procurar um jeito de “pegar” o homem.

Um dia, o irmão correu para a irmã com uma linda e brilhante borboleta azul nas mãos. “Eu tive uma brilhante idéia”, ele falou. “Eu acabei de encontrar essa borboleta e eu pensei que posso segurá-la nas mãos e ir perguntar para o velho sábio se ela está viva ou morta. Se ele responder que está morta, eu abro a mão e deixo ela sair voando. Se ele responder que está viva, eu dou um rápido e forte apertão nela, abro as mãos e digo:“Errado, ela está morta!”. Assim, qualquer resposta que ele der nós venceremos e conseguiremos enganá-lo. “Brilhante”, falou a irmã, e eles foram procurar o velho sábio.

Encontraram o homem, sentado numa pedra debaixo de uma árvore de eucalipto. As crianças correram em sua direção. - “Oh velho sábio”, falou o irmão com a borboleta, “Eu peguei essa borboleta em minhas mãos, e eu gostaria de te perguntar se ela está viva ou morta”.

O velho sábio olhou por um momento para as crianças e pensou. Aí ele sorriu. “Meus queridos”, ele falou, “a borboleta está...

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