30 março 2008

Dia do Índio 2


Uma lenda Karajá

TAHINA-CAN, A ESTRELA VESPER

No tempo em que a nação KARAJÁ não sabia fazer roça, nem plantar o milho cururuca, nem ananás, nem mandioca e só vivia do mato e do bicho que matava e do peixe, existia um casal que teve duas filhas: IMAHERÕ, a mais velha e DENAKÊ, a mais nova.

Num anoitecer de céu estrelado, IMAHERÔ viu TAHINA-CAN brilhar tão bela e suave que não se conteve e disse:

— “Pai, é tão bonito aquilo! Eu queria possuí-lo para brincar com ele”.

O pai riu-se do desejo da moça e disse-lhe que TAHINA_CAN estava tão longe que ninguém o poderia alcançar. Contudo acrescentou:

— “Só se ele, ouvindo-te, filha, quiser vir.”

Ora, alta noite, quando todos dormiam, a moça sentiu que alguém viera colocar-se ao seu lado. Sobressaltada, interrogou:

— “Quem és e o que queres de mim?”

— “Eu sou TAHINA-CAN, ouvi que me querias perto de tu, e vim. Casa comigo, sim?

IMAHERÔ acordou os pais e acendeu o fogo.

Ora, TAHINA-CAN era um velho, muito velhinho, de cabelos e barbas brancas como algodão, e de pele enrugada.

Vendo-o à luz da fogueira, IMAHERÔ disse:

— “Não te quero para meu marido; és feio e velho, e eu quero um moço forte e bonito.”

TAHINA-CAN ficou muito triste e pôs-se a chorar.

Então, DENAKÊ, que tinha um coração meigo e bondoso compadeceu-se do pobre velhinho e procurou consola-lo dizendo:

— “Pai, eu me caso com ele, eu o quero para meu marido”.

E o casamento realizou-se, com grande alegria do trêmulo velhinho.

Depois de casado, TAHINA-CAN disse:

— “Careço trabalhar para te sustentar, DENAKÊ. Vou fazer um roçado para plantar coisas boas, que KARAJÀ ainda não possui nem conhece.”

E foi ao BERÔ-CAN (Rio Araguaia); dirigiu-lhe a palavra e, entrando nele, ficou com as pernas abertas, de maneira que as águas passavam entre elas. O velhinho curvado para a corrente, de vez em quando mergulhava as mãos e apanhava as boas sementes que iam jogando rio abaixo.

Assim, as águas deram-lhe dois atilhos de milho cururuca, feixes de maniva de mandioca, e tudo mais que os KARAJÁ hoje conhecem e plantam.

Saindo do BERÔ-CAN, TAHINA-CAN disse a DENAKÊ

— “Vou derrubar mato para fazer roçado. Tu, porém não me venhas ver no trabalho; fica em casa, cuidando da comida, para quando eu voltar cansado e com os braços doloridos, matares a minha fome e restaurares minhas forças.”

TAHINA-CAN foi, mas demorou tanto que DENAKÊ, de medo que o muito cansaço o tivesse feito cair exausto e temendo dormir, resolveu desobedecer às recomendações e foi, de mansinho, procura-lo.

Ah! que surpresa, que alegria!

Quem estava ali a trabalhar era um moço belíssimo, de alta estatura, cheio de força e de vida, e tinha no corpo os enfeites e as pinturas que os rapazes KARAJÀ ainda hoje usam.

DENAKÊ não se conteve, louca de alegria correu a abraçá-lo e depois o levou consigo para casa, contente por mostrar aos pais o seu esposo, tal como ele era na verdade.

Foi então que a outra irmã IMANHERÔ o desejou também e disse-lhe:

— “Tu és meu marido, pois vieste para mim e não para DENAKÊ.”

Mas respondeu-lhe TAHINA-CAN:

— “Só em DENAKÊ encontrei bastante bondade, para ter pena do pobre velhinho; ela o aceitou, quando tu o desprezavas. Agora não te quero, só DENAKÊ é minha.”

IMANHERÔ, de despeito e inveja, soltou um grito, caiu no chão e desapareceu; no lugar dele e em vez dela, viu-se um URUTAU, pássaro que ainda hoje dá um grito triste e tão forte que parece ser uma ave muito maior.

Foi assim que a nação KARAJÀ aprendeu com TAHINA-CAN a plantar o milho, o ananás, a mandioca e outras coisas boas que antes não conhecia.


Mito recolhido pelo Capitão Pedro Dantas, que o ouviu do Karajá Capitichana, entre os Karajá do Rio Araguaia.

Publicado em “Impressões da Comissão Rondom”, do Coronel Amílcar Botelho de Magalhães. Companhia Editora Nacional. Brasiliana. São Paulo, 1942 pgs 354-356.

Site: museu do Índio


29 março 2008

Atividade de Ciencias

  1. Complete os espaços em branco.

" A fica em volta da .
Ela protege o nosso planeta contra o excesso de .
Protege também contra o frio, pois ela não deixa o calor do nosso planeta escapar facilmente.
A não tem atmosfera. Por isso ela esquenta muito durante o e esfria muito à .
A atmosfera também é importante porque, se não fosse o ar, os não poderiam subir e manter-se voando.


  • Antes de responderem no caderno, oriente-os a fazer uma lista de palavras, no quadro, que podem completar a atividade.



22 março 2008

A cultura da Mandioca

A Cultura da Mandioca Pelos Apurinã

A mandioca tem uma grande importância cultural na base alimentar para o povo Apurinã. No interior da comunidade, cada família tem a sua roça.
Como são distantes da aldeia, em certos períodos, as famílias chegam a transferir sua morada para lá.
A lida com a mandioca se inicia na estação seca, quando os homens Apurinã preparam o terreno da roça, fazem a limpeza e queimam, conforme o sistema de coivara.
O plantio é uma atividade que envolve toda a família: enquanto o homem abre as covas para, junto com um filho, irem enterrando a maniva (caule da mandioca que serve de muda), a mãe vai cobrindo as covas com terra.
Quando as raízes estão crescidas, são arrancadas da terra pelos homens, que já separam as manivas para o próximo plantio. São eles que levam a produção de mandioca para a aldeia, onde fica a Casa de Farinha, local onde é fabricada.
As mulheres descascam e lavam as raízes da mandioca para os homens ralarem.
Como a quantidade a ser produzida é, em geral, grande, utilizam uma pequena máquina rústica, chamada caititu (em alusão talvez aos catetos, porcos silvestres que atacam roças de mandioca).
É também o homem quem espreme a massa no tipiti, um cilindro trançado de cipó, cuja extremidade superior é amarrada ao alto de uma estrutura de troncos finos. Um travessão preso à extremidade inferior vai puxando, de modo a retirar da massa todo o seu líquido.
Num grande forno abastecido a lenha, a farinha é esparramada no tacho de cobre onde, com o auxílio de uma pá, os homens a torram. Os Apurinã consomem a mandioca na forma de farinha, beiju e caiçuma - bebida fermentada.
A farinha associada ao peixe é a base da dieta Apurinã, que é complementada por frutas silvestres como piquiá, bacuri, cacau bravo, buriti, abacaba, açaí e patuá.


Atividades:

  1. Em sua casa a farinha de mandioca é utilizada? Com que frequência?
  2. Pesquise em que tipos de comidas/ pratos a farinha de mandioca é utilizada.

Dia do Índio

Por que o dia 19 de abril é o Dia do Índio?

Em 1940, o 1º Congresso Indigenista Interamericano, reunido em Patzcuaro,
México, aprovou uma recomendação proposta por delegados indígenas do Panamá,
Chile, Estados Unidos e México.

Essa recomendação, de nº 59, propunha:

1. o estabelecimento do Dia do Índio pelos governos dos países americanos,
que seria dedicado ao estudo do problema do índio atual pelas diversas
instituições de ensino;

2. que seria adotado o dia 19 de abril para comemorar o Dia do Índio, data
em que os delegados indígenas se reuniram pela primeira vez em assembléia
no Congresso Indigenista. Todos os países da América foram convidados a
participar dessa celebração.

Pelo Decreto-lei nº 5.540, de 02 de junho de 1943, o Brasil adotou essa
recomendação do Congresso Indigenista Interamericano. Assinado pelo Presidente
Getúlio Vargas e pelos Ministros Apolônio Sales e Oswaldo Aranha, e o
seguinte o texto do Decreto:

O Presidente da República, usando da atribuição que lhe confere o art. 180
da Constituição, e tendo em vista que o Primeiro Congresso Indigenista
Interamericano, reunido no México, em 1940, propôs aos países da América a
adoçãqo da data de 19 de abril para o "Dia do Índio", decreta:

Art. 1º - considerado - "Dia do Índio" - a data de 19 de abril.

Art. 2º- Revogam-se as disposições em contrário.

A recomendação de institucionalização do "Dia do Índio" tinha por
objetivo geral, entre outros, outorgar aos governos americanos normas
necessárias à orientação de suas políticas indigenistas. Já, em 1944, o Brasil
celebrou a data, com solenidades, atividades educacionais e divulgação das
culturas indígenas. Desde, então, existe a comemoração do "Dia do
Índio", às vezes, estendida por uma semana, a "Semana do Índio".

Museu do Índio

20 março 2008

Acróstico



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15 março 2008

"Declaração Universal dos Direitos da Água"

1. A água faz parte do patrimônio do planeta. Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão, é plenamente responsável aos olhos de todos.

2. A água é a seiva de nosso planeta. Ela é condição essencial de vida de todo vegetal, animal ou ser humano.

Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura.

3. Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados.

Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.

4. O equilíbrio e o futuro de nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra.

Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.

5. A água não é somente herança de nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como a obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.

6. A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.

7. A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.

8. A utilização da água implica em respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.

9. A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.

10. O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.

(Em 22 de março de 1992, a ONU – Organização das Nações Unidas instituiu o "Dia Mundial da Água", uma data importante na luta em defesa da preservação da Natureza.)

A LENDA DO COELHO DE PÁSCOA

Um dia,o menino Jesus acordou com o piar aflito da fêmea de um passarinho. Ela piava triste porque a raposa tinha roubado seus ovos.
O menino Jesus chamou os animais da floresta.Ele ofereceu uma recompensa a quem encontrasse os ovinhos.
Todos saíram à procura dos ovos. Mas só o coelho continuou procurando por muitos dias até encontrá-los. Ele levou os ovos à fêmea do canarinho.
Então Jesus disse:
___A recompensa é do coelho. Todos os anos, na Páscoa,ele vai levar ovos de chocolate a todas as crianças do mundo.



Gostei muito desta lenda.
Viva a Páscoa!

14 março 2008

Dia do Circo 2

Pinte o palhaço bem caprichado!!
Crie um nome para ele!
Escreva uma frase/um texto sobre a função do palhaço!

Dia do Circo

Trapezista
Nídia Caldas

uma gota trapezista
faz piruetas na pia
salta da torneira
rodopia na louça
escorrega e cai no ralo
que era uma rede furada
desceu cano abaixo
a pobre coitada



Dia 15 de março - DIA DO CIRCO

Uma pequena porém, linda poesia.

Boa Páscoa!

Vamos (tentar) trabalhar o verdadeiro significado da Páscoa!!

09 março 2008

A Gansa que Punha Ovos de Ouro

"Um homem possuía uma gansa que, toda manhã, punha um ovo de ouro. Vendendo estes ovos preciosos, ele estava acumulando uma grande fortuna. Quanto mais rico ficava, porém, mais avarento se tornava. Começou a achar que um ovo só, por dia, era pouco.

"Porque não põe dois ovos, quatro ou cinco?" pensava ele. "Provavelmente, se eu abrir a barriga desta ave, encontrarei uma centena de ovos e viverei como um nababo". Assim pensando, matou a gansa abriu-lhe a barriga e, naturalmente, nada encontrou."

(Quem tudo quer, tudo perde)

A Lebre e a Tartaruga

"A lebre estava se vangloriando de sua rapidez, perante os outros animais:

- Nunca perco de ninguém. Desafio a todos aqui a tomarem parte numa corrida comigo.

- Aceito o desafio! Disse a tartaruga calmamente.

- Isto parece brincadeira. Poderi dançar à sua volta, por todo o caminho, respondeu a lebre.

- Guarde sua presunção até ver quem ganha. recomendou a tartaruga.

A um sinal dado pelos outros animais, as duas partiram. A lebre saiu a toda velocidade. Mais adiante, para demonstrar seu desprezo pela rival, deitou-se e tirou uma soneca.

A tartaruga continuou avançando, com muita perseverança. Quando a lebre acordou, viu-a já pertinho do ponto final e não teve tempo de correr, para chegar primeiro.

(Com perseverança, tudo se alcança)

Os dois sapos

Numa empresa de laticínios, dois sapos desastradamente saltaram para dentro de um balde de leite cremoso.

- É melhor desistir. - coaxou um dos sapos, depois de tentar em vão, sair do balde. - Vamos morrer!

- Continua a nadar. - disse o segundo sapo. - Havemos de encontrar maneira de sair deste atoleiro!

- Não adianta! - disse o primeiro. - Isto é grosso demais para nadar, mole demais para saltar e escorregadio demais para rastejar. Um dia temos mesmo de morrer, por isso, tanto faz que seja esta noite.

Afundou-se no balde e acabou por morrer.

O amigo porem, continuou a nadar, a nadar, a nadar, e quando amanheceu, viu-se encarrapitado num monte de manteiga que ele, sozinho, havia batido.

Lá estava o sapo, com um sorriso, comendo as moscas que enxameavam, vindas de todas as direções.

Moral: Não há conquista sem luta...

O Lobo e o Cordeiro

Um cordeiro estava bebendo água num riacho. O terreno era inclinado e por isso havia uma correnteza forte. Quando ele levantou a cabeça, avistou um lobo, também bebendo da água.

- Como é que você tem a coragem de sujar a água que eu bebo - disse o lobo, que estava alguns dias sem comer e procurava algum animal apetitoso para matar a fome.

- Senhor - respondeu o cordeiro - não precisa ficar com raiva porque eu não estou sujando nada. Bebo aqui, uns vinte passos mais abaixo, é impossível acontecer o que o senhor está falando.

- Você agita a água - continuou o lobo ameaçador - e sei que você andou falando mal de mim no ano passado.

- Não pode - respondeu o cordeiro - no ano passado eu ainda não tinha nascido.

O lobo pensou um pouco e disse:

- se não foi você foi seu irmão, o que dá no mesmo.

- Eu não tenho irmão - disse o cordeiro - sou filho único.

- Alguém que você conhece, algum outro cordeiro, um pastor ou um dos cães que cuidam do rebanho, e é preciso que eu me vingue.

Então ali, dentro do riacho, no fundo da floresta, o lobo saltou sobre o cordeiro,agarrou-o com os dentes e o levou para comer num lugar mais sossegado.

MORAL: A razão do mais forte é sempre a melhor.

O CÃO E SEU REFLEXO

Um cão estava se sentindo muito orgulhoso de si mesmo. Achara um enorme pedaço de carne e a levava na boca, pretendendo devorá-lo em paz em algum lugar.

Ele chegou a um curso rio e começou a cruzar a estreita ponte que o levava para o outro lado. De repente, parou e olhou para baixo. Na superfície da água, viu seu próprio reflexo brilhando.

O cão não se deu conta que estava olhando para si mesmo. Julgou estar vendo outro cão com um pedaço de carne na boca.

Opa! Aquele pedaço de carne é maior que o meu, pensou ele. Vou pegá-lo e correr. Dito e feito. Largou seu pedaço de carne para pegar o que estava na boca do outro cão. Naturalmente, seu pedaço caiu n`água e foi parar bem no fundo, deixando-o sem nada.

MORAL: Quem tudo quer tudo perde.

A raposa e o galo

A raposa encontrou o galo e lhe propôs uma aposta:

- Compadre, vamos ver quem passa mais tempo com os olhos fechados?

- Vamos! - topou o galo.

Então a raposa fechou os olhos, e o galo fechou um e deixou o outro aberto.

A raposa, que estava procurando um momento para abocanhar o galo, abriu os olhos e o viu com um olho fechado e outro aberto. Reclamou:

- Compadre galo, é pra fechar os dois olhos!

- Não, comadre raposa! Com amigo incerto é um olho fechado e outro aberto!...

MORAL: "Com amigo incerto é um olho fechado e outro aberto!..."

07 março 2008

Mulheres Maravilhosas!!


Somos o belo sexo.

Não precisamos usar gravata e podemos sentar de pernas cruzadas.
Nossa inteligência é compatível com a de qualquer homem, e nossa aparência é melhor.

Nosso cérebro dá conta do mesmo serviço com 6 bilhões de neurônios

a menos (ou seja, nossos neurônios são mais eficientes).
Somos capazes de prestar atenção em várias coisas ao mesmo tempo.

Sempre sabemos onde estão as meias.
Mulher de presidente é primeira-dama;

marido de presidenta é um zero à esquerda, mesmo que seja da direita.
Se casarmos com o herdeiro do trono, seremos rainhas;

se um homem casa com a herdeira do trono, será o marido da rainha.
Somos a estrela no casamento.

Somos nós que somos carregadas na noite de núpcias.
Somos nós que decidimos quanto à reprodução.
Sentimos o bebê mexendo. Amamentamos.
As crianças sempre dizem mamãe primeiro.
Sempre estamos presentes no nascimento dos filhos.
Sempre sabemos que o filho é nosso.
Temos 4 meses (6 em alguns lugares) de licença maternidade.
Exame ginecológico é mais agradável que exame de próstata.

Alguém já ouviu falar em MUSO inspirador?
Não pagamos a conta. No máximo rachamos.
Não precisamos abrir potes de conserva, nem trocar lâmpadas.
Vivemos mais. Somos mais resistentes a dor e a infecções.
Temos menos problemas cardíacos. Suamos menos.
Temos prioridades em botes salva-vidas.
Não investigamos barulhos suspeitos à noite.
Todo homem já apanhou de uma mulher, nem que tenha sido da mãe.
Somos mais sensíveis.
Temos um Dia Internacional.

E, por último, fazemos tudo que um homem faz, e de salto alto!

SOMOS MESMO MARAVILHOSAS...!!!
Sem sombra de dúvidas.

Homenagem a todas às mulheres MARAVILHOSAS,

e também aos homens que convivem com elas e já aprenderam um pouquinho.


Dia Internacional da Mulher - 08/03/2008

04 março 2008

Mulheres Fenomenais!

Aos 3 anos ela olha pra si mesma e vê uma rainha.
Aos 8 anos ela olha pra si mesma e vê Cinderela.
Aos 15 anos ela olha pra si mesma, vê uma bruxa e diz:
"mãe, eu não posso ir pra escola desse jeito!!!"
Aos 20 anos ela olha pra si mesma e se vê
"muito gorda/muito magra, muito alta/muito baixa,
com cabelo muito liso/muito encaracolado",
mas decide que vai sair assim mesmo...

Aos 30 anos ela olha pra si mesma e se vê
"muito gorda/muito magra, muito alta/muito baixa,
com cabelo muito liso/muito encaracolado",
mas decide que agora não há tempo para consertar essas coisas.
Então,sai assim mesmo..
Aos 40 anos ela olha pra si mesma e se vê
"muito gorda/muito magra, muito alta/muito baixa,
com cabelo muito liso/muito encaracolado", mas diz:
"sou uma boa pessoa" e sai mesmo assim...

Aos 50 anos ela olha pra si mesma e se vê como é.
Sai e vai para onde ela bem entender...

Aos 60 anos ela olha pra si mesma e
se lembra de todas pessoas que não podem mais se olhar no espelho.
Sai de casa e conquista o mundo...

Aos 70 anos ela olha pra si mesma e
vê sabedoria, risos, habilidades...
sai para o mundo e aproveita a vida...

Aos 80 anos ela não se importa muito em olhar pra si mesma.
Põe um chapéu violeta e vai se divertir com a vida...
Talvez devêssemos pôr o chapéu violeta mais cedo...
(autor desconhecido)
 
Essa mensagem é uma homenagem a todas as mulheres fenomenais.
Dia 08 de março - Dia Internacional da Mulher

Beijos...